Os quatro semifinalistas de Montréal disputaram o Circuito universitário dos EUA

OS QUATRO SEMIFINALISTAS DO MASTERS 1000 DE MONTRÉAL DISPUTARAM O CIRCUITO UNIVERSITÁRIO
As semifinais do Masters 1000 de Montréal, no Canadá, mostram um dado interessante, que parece ser uma nova tendência no tênis atual. Os quatro semifinalistas passaram pelo circuito universitário dos Estados Unidos antes de migrarem 100% para o circuito profissional.
Antes de seguir integralmente para a ATP, o espanhol Rafael Jodar atuou na Universidade da Virgínia. Seu adversário, Brandon Nakashima, também seguiu para a mesma faculdade.
Uma curiosidade é que Jodar foi anunciado pela UVA juntamente com João Fonseca, no fim de 2023, quando o brasileiro era o líder do ranking juvenil. Entretanto, o carioca posteriormente abdicou da universidade para seguir direto para o profissional, onde teve rápida ascensão e meses depois fez quartas de final no Rio Open.
Além de Nakashima, mais dois tenistas dos Estados Unidos estão na semifinal: Ben Shelton, que foi para a Universidade da Flórida, e Learner Tien, que seguiu para a Universidade do Sul da Califórnia.
Mais tenistas vêm seguindo essa trajetória, como por exemplo o britânico Arthur Fery, semifinalista de Wimbledon, há dois meses.
No tênis brasileiro, o grande exemplo é Luísa Stefani, atual 4ª colocada no ranking de duplas, que representou a Universidade de Pepperdine, na Califórnia. A top 100 de duplas, Ingrid Martins, também seguiu esse caminho, na Universidade da Carolina do Sul.
Mais jovens tenistas brasileiros vêm adotando a mesma estratégia, como Pietra Rivoli, Olívia Carneiro, Gustavo Almeida, Enzo Kohlmann, Nicolas Oliveira, Jade Lanai, dentre outros.
