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US Open está rolando! Confira 10 curiosidades sobre o torneio centenário

POR IZADORA CAIRES02/09/2026
US Open está rolando! Confira 10 curiosidades sobre o torneio centenário

Nova era, velhos recordes: por dentro do último Grand Slam do ano.

O último Grand Slam do ano está rolando em Nova York até 13 de setembro, e o US Open guarda histórias e tradições que poucos fãs conhecem de cor. Separamos 10 curiosidades, do passado e do presente, pra você acompanhar as partidas sabendo tudo o que ninguém te conta na transmissão.

1. O torneio já teve outro nome (e nem era em Nova York)

Antes de virar o espetáculo bilionário que conhecemos hoje, o US Open nasceu em 1881 como U.S. National Championships, disputado em quadras de grama no Newport Casino, em Rhode Island, e só para tenistas americanos. Nova York só entrou na história bem depois.

2. Uma mudança de casa e mais uma até chegar ao endereço atual

O torneio se mudou para o West Side Tennis Club, no Queens, em 1915, e viveu ali por décadas até se transferir para Flushing Meadows em 1978, já em quadras duras, o mesmo endereço, o USTA Billie Jean King National Tennis Center, que recebe o torneio hoje.

3. O único Grand Slam disputado sem interrupções desde a criação

Enquanto os outros três Slams tiveram hiato em algum momento da história, o US Open é o único que acontece ininterruptamente desde sua primeira edição, em 1881.

4. Pioneiro do desempate: o tiebreak nasceu ali

Foi o US Open que introduziu o tiebreak nos sets decisivos em 1970, muito antes dos outros Grand Slams adotarem a fórmula. Em 2022, o torneio passou a usar o super tiebreak de 10 pontos no set final, alinhando-se aos demais.

5. O primeiro a pagar igual para homens e mulheres

Em 1973, muito por pressão de Billie Jean King, o US Open se tornou o primeiro Grand Slam a oferecer premiação igual para tenistas de simples masculino e feminino, um marco histórico que os outros Slams levaram anos para replicar.

6. Tênis sob os holofotes: o pioneiro das partidas noturnas

Desde 1975, o US Open promove sessões à noite, criando algumas das atmosferas mais elétricas do calendário tenístico, e um formato que virou marca registrada do torneio.

7. A primeira "olho de falcão" do tênis

Em 2006, o US Open foi o primeiro Grand Slam a adotar o sistema de desafio eletrônico Hawk-Eye, dando aos jogadores o poder de contestar uma marcação errada e acabando com boa parte das discussões acaloradas na quadra.

8. Um drink virou símbolo do torneio (mais famoso que muita partida)

O Honey Deuce é praticamente uma tradição paralela ao próprio tênis: vodca, limonada e licor de framboesa, coroado por três bolinhas de melão que imitam bolas de tênis no espetinho. É um dos itens mais vendidos, e mais fotografados, do complexo.

9. Por que as bolas são amarelas?

O amarelo-neon virou padrão no tênis justamente para facilitar a visualização na TV, já que bolas brancas se perdiam de vista nas transmissões. O US Open abraçou a mudança rapidamente, enquanto Wimbledon, fiel à tradição, demorou muito mais para deixar de lado o branco.

10. O Brasil também está em quadra, nas duplas

Mesmo sem representante nas chaves principais de simples pela primeira vez desde 2018, o Brasil marca presença forte nas duplas do US Open 2026: Marcelo Melo joga ao lado do australiano John Peers, Fernando Romboli forma parceria com o francês Terence Atmane, e Orlando Luz e Rafael Matos vêm embalados por títulos recentes em Masters 1000 como a única dupla 100% brasileira do torneio. Nas duplas femininas, Luisa Stefani representa o país ao lado da canadense Gabriela dabrowski e Laura Pigosssi ao lado da Húngara Panna Udvardy

O US Open 2026 segue até 13 de setembro, em Nova York.